O auto-conhecimento como objetivo de vida....

facilitando o convívio social.

“Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má pode dar bons frutos”

São palavras utilizadas por nosso mestre Jesus para ensinar-nos uma importante lição, a  do cultivo dos bons sentimentos, de deixar brotar em nossos corações boas obras baseadas no ensinamento cristão.
O cristianismo e seus preceitos foram plantados em nossos corações a fim de que tenhamos evolução, aguarda em estado latente com toda paciência divina para que nós, de acordo com nossas obras e nossa percepção renda frutos de esperança a todos os necessitados.
Jesus representa para nós o divino jardineiro que planta nos nossos corações ensinamentos e espera pacientemente a primavera, o desabrochar de nossos sentimentos com a certeza de que as flores irão nascer com tranqüilidade e espalhar perfume para todos que estão a nossa volta, sem distinção.
É chegado os tempos em que essas flores de esperança irão nascer em nossos corações cada dia mais, reconhecer Jesus vivo entre nós de modo a sentirmos sua presença pelos seus seguidores ativos. “Nem todos os que dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu pai que está nos céus.”
A palavra Céus nesse trecho é representado por aquele coração em que os frutos do evangelho já brotaram de forma efetiva. Que já entendem um pouquinho da obra divina e do que motivou nosso mestre Jesus a vir nos instruir, tão pequeninos de conhecimento, com tanta paciência e certeza de que um dia encontrará um jardim florido. Estaremos juntos de Deus nos “céus” quando compreendermos que o amor é o caminho, que a sombra da árvore do cristianismo deve dar abrigo pra todo viajor perdido, que as frutas abundantes devem cair pra saciar a fome de esperança de todos sem distinção de credo, de raça, ou qualquer outro fator que nos diferencia materialmente, quando isso acontecer, não estaremos nos céus com Deus, Deus estará em nós e qualquer lugar que estivermos estaremos nos “céus”.

Sabemos que hoje temos a prova de que o Amor supera qualquer barreira. Amor incondicional que não vê fronteiras, que perde noites de sono preocupada com a criança enferma, que tira o alimento da sua boca pra alimentar o corpinho frágil, que carrega em seu ventre o fruto da justiça divina. Forma essa que se torna o artifício divino necessário para o perdão verdadeiro, que é igual no mundo inteiro, independente religião, de nível social.

Se hoje precisarmos de exemplo de amor de Deus e dos frutos da Boa Nova tão pregada pelo cristianismo, olhemos para a figura de uma mãe.

Mãe é a prova de que Deus existe para todos.

Agradeço a ti mamãe.

Por se fazer presente em toda minha vida
Por estar sempre perto no meu crescimento
Por não me abandonar um só momento

Agradeço por me dar amor
Agradeço por diminuir minha dor

Sei que Deus se encontra entre nós
Graças a seu sorriso
Que me dá o que eu preciso
Que o dinheiro não pode comprar

Por sempre perdoar
Por me explicar o que é amar
Por nos dar o modelo de conduta
Do afeto incondicional

Por plantar em nós sementes de afeto
Por entender tudo, mesmo tudo quieto
Por trazer alegria pros filhos teus
Por ser pra nós um pedacinho de Deus
Obrigado!

Qual a dificuldade em perdoar?
O perdão consiste em aceitar seus próprios erros e saber que nós também estamos suscetíveis aos mesmos erros das pessoas que nos magoam.
Simão Pedro palestrante de Patrocínio costuma nos dizer que o verbo magor é conjulgado de forma reflexiva, exigindo um complemento que reflete a ação em seu sujeito.

Eu ME magôo.
Você SE magoa.

São dois exemplos que de acordo com sua sintaxe e morfologia tem muito a nos dizer para reflexão na vida.
Nenhuma pessoa te magoa, somos nós que ficamos magoados. A pessoa objeto causal da mágoa coloca a cabeça no travesseiro e dorme tranquilamente. Nós por nossa vez causamos distúrbios fisiológicos gerando doenças somáticas das quais o homem ainda pouco conhece.
Quando falamos em perdão, pensamos estar distante das mágoas pensando que as mesmas só existem em situações explicitas. É imprescindível aplicar esse conceito em todos os pequenos momentos da vida, todo momento que precisamos relevar algo implícito ou subtendido ou mesmo aceitar que a interpretação áustera é fruto de nossas imperfeições e não realizadas de forma intencional pelo agressor.
O ser humano é um universo em si mesmo, carrega alem de suas mazelas interiores, as mazelas alheias atraídas por seu livre arbítrio, ainda é alvo do nosso mundo de provas e expiações a fim do tão sonhado engrandecimento moral.

Perdoemos a palavra mal dita, o olhar inusitado, o pedestre distraído, o condutor nervoso, o pai preocupado com o sustento, a mãe as vezes que esta se sentindo desvalorizada, o irmão iludido, o amigo imprevidente, o cachorro barulhento... e todas as pequenas coisas que nos tiram destoam vibrações de amor pela obra divina perfeita.

Como já dizia o filósofo contemporâneo Fernando Aniteli...  Reticências... o ato de reter a essência... Ser essência muito mais! A porta aberta, o porto acaso causa o cais. Se lembrar de celebrar muito mais. A paz... a ciência... a essência... a arte de reter a essência... reter a essência.. reticências.... ... ... “...”

Que possamos saber que o perdão deve ser praticado a todo momento, e que me incluo na lista dos eu mais precisam embutir esse recado aparentemente simples, mas que será a nossa passagem de ida para a regeneração.

=)

“Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instancia, que vê os secretos pensamentos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena as que desculpais, porque conhece a razão de ser de todos os atos.” José, espírito protetor Bordeuaux, 1863



Leitura recomendada: Capítulo X – Evangelho Segundo o Espiritismo, item 15 – mensagem de Paulo o apóstolo.







Opa... Saudações amigos!!
Que vergonha, a quanto tempo não posto no meu tão querido blog, lugar onde eu consigo discutir comigo mesmo e compartilhar com os amigos algumas palavras para reflexão para conseguirmos a tão sonhada reforma íntima.
Muita coisa aconteceu na minha vida desde o penúltimo post (porque o último foi só uma letra de musica... linda por sinal).
Alterei meu perfil do blog no “quem sou” em vários lugares... nesse meio tempo alterei minha idade, meu grau de instrução, minha profissão e vários... vários conceitos, o que demonstra mais uma vez que o “quem sou” sempre será atualizado porque até então nem nós mesmos sabemos quem somos...
Tivemos dois encontros espíritas que foram responsáveis por grandes conceitos em minha mente, grande crescimento e vontade de mudança moral em meu ser.

O EMEJE foi fantástico, grande aprendizado... conseguimos notar a diferença que conseguimos fazer com as pessoas, aprender que passar pra frente a mensagem do cristo é muito mais do que obrigação, é um prazer. 
É muito bom receber um “feedback” de pessoas que mudaram suas vidas graças as vibrações do encontro, e de todos os amigos deste plano e do outro que conseguem uma vibração salutar para nossos dias.


Feriado passado estive em Pará de Minas em mais uma CEOMG, encontro que marca minha vida, visto a profundidade de seus grupos de estudo, a possibilidade de reflexão íntima e a seriedade do trabalho dos nossos irmãos do centro oeste, pessoal com o qual me identifico muito e que sempre me passa vontade de aprender cada dia mais.
O encontro foi sucesso como sempre, focado no evangelho e na família, podemos refletir a importância dos antagonistas da vida, e frisar mais uma vez a importância da família,esta que nos dá ferramentas para a evolução, pois é justamente nela que precisamos começar a aplicar os mais variados conceitos trazidos até nos pelo evangelho do cristo.
Várias vezes pude entender que a aplicação do que aprendemos se faz mister iniciar impreterivelmente dentro de casa, por mais lógico que isso possa parecer.
E me fez refletir um pouco sobre o que realmente é importante na nossa vida, colocamos valor excessivo aos bens materiais, problema que é comum visto que é mais palpável nesse plano as conquistas físicas.
Enfim... os conceitos trazidos até mim com o EMEJE e a CEOMG 2011 darão inicio a uma série de reflexões que eu irei postando no decorrer dos dias, prometendo voltar aqui pelo menos uma vez por semana pra escrever qualquer coisa que seja, uma reflexão íntima ou alguma mensagem que ache importante.
Um grande abraço a todos os leitores.
É um grande prazer tê-lo por aqui. ;)



"Sim, quis alcançar todas as estrelas
Estendi os braços, os pés presos ao chão
Sim, eu quis saber todos os mistérios
Passado e futuro, busquei sem o presente
Se não pude alçar logo as estrelas
Aqui, do chão, eu colhi lindas flores
Posso amparar, perdoar e amar
E aproximar, degrau de cada dia

Sim, quis tudo ser, quis mudar o mundo
Muito busquei e não pude ver tudo
Não, não desvendei tudo o que eu queria
E aprendi que, vivendo agora,
Vou aproximar do essencial, descobrindo a grandeza da vida


Vejo a luz em mim, posso então olhar as estrelas
Ver verdades que estão aqui...
Bem perto de nós, bem no coração... Estão em mim e em você
Bem perto de nós, bem no coração... Estão em nossas mãos"
 (Busco o bem de em paz, viver...)

Verdades - Denis Soares & Juliana Garcia

Como chegaremos ao amor?
Sendo que por vezes nem acreditamos na existência de algo divino, quanto mais de um sentimento de mesma natureza.
Que cientista do mundo explica o sentimento?
O frio na barriga de ansiedade a espera de um telefonema ou mais futuristicamente falando, o sorriso mesmo que interno quando vemos subir a janelinha do MSN com a foto daquela pessoa que tanto prezamos.
Como explicar através das teorias materialistas o apego que sentimos com certas pessoas... se fossem ligados extremamente ao apego físico material, como explicar o amor de mãe?
O amor seria tudo... menos o que acontece hoje, o “eu te amo” sendo usado com fins puramente sexuais, matéria essa perecível.
Os conceitos estão se deturpando tanto, que a separação, o divórcio tornou-se normal, plenamente aceitável, como se bastássemos beijar o sapo para encontrar o príncipe encantado, sendo que na verdade, temos que “engolir sapo” pra tornarmos nossa vida encantada, para conseguirmos aprender juntos que o sublime dom de amar está subscrito no poder de renunciarmos a nós mesmos para atender os outros.
Procuramos humanizar amor... esquecer o divino, por puro comodismo e as vezes atribuo isso também ao medo, esse que impede essa doação que é imprescindível para que o sentimento puro aconteça.
Quantas vezes teremos que quebrar a cara em relacionamentos baseados em interesses, em festas e “farras” pra descobrir que relacionamentos desse gênero não nos completam?
Quantas noites banhadas de perfume, de álcool e de sorrisos?
Quanta felicidade utópica?
Quanto amor platônico?
Se na verdade pra conseguirmos algo nesse campo precisamos primeiro de tudo nos auto-conhecer, nos auto-amar.

Interessante como o ato de COMER pode simbolizar as pequenas coisas, que fazemos mecanicamente na vida, não conseguiríamos continuar respirando se não comermos, e esse ato tão importante e tão rotineiro, as vezes por isso denominamos ele como sendo “pequeno”, fazendo alusão a tudo que passamos na vida, que toda atitude, toda palavra, ou todo silêncio tem sua devida importância, cada pessoa que cativamos ou cada pessoa que magoamos teremos que responder um dia sim pela mágoa ou colheremos o fruto de nosso carinho prestado, tornando as pequenas atitudes rotireiras e importantes extremamente importantes para nosso auto-conhecimento.

Interessante como o ato de REZAR nos leva a parte divina da vida, a arte de meditar a respeito de nós mesmos, da vida com todas suas peculiaridades não pode ser obra do acaso, das simples atração de átomos formando moléculas, o ato de procurar no divino o que somos nos remete ao conhecimento de onde viemos... assim como uma mãe quer saber da genealogia do namorado de sua filha, queremos saber da nossa genealogia divina, da nossa origem, e a ignorância a esse respeito nos impede de chegarmos a última palavra do título de uma película cinematográfica que me inspirou esse texto.

AMAR... vendo que se tivermos atitudes que ajudem o próximo e que colham sorrisos de agradecimento brota no peito um sentimento que nos leva as lágrimas.
Descobrindo que o verdadeiro sentido da vida e o verdadeiro amor se consegue quando conseguimos projetar no próximo nossa alegria interna, que só é alcançada seguindo os passos para o auto-conhecimento.
Não se pode amar sem meditar... sem ter medo, sem esperar, sem acreditar... sem ter a palavra que resume o nosso poder diante da vida. FÉ!
Sendo que COMER e REZAR na minha visão pessoal acaba retomando uma frase conhecida do nosso tão querido mestre Jesus... “Vigiai e ORAI!” porque o vigiar trata-se das pequenas atitudes, do pensamento que serve de comida pra alimentar nossos sonhos e sentimentos, enquanto o orar é o ato de ter Fé em algo maior e que nos leva a crer que o sentimento denominado AMOR ainda existe no nosso coração, em estado latente.


"O compromisso de trabalho inclui o dever de associar-se a criatura ao esforço de equipe na obra a realizar.
 Obediência digna tem o nome de obrigação cumprida no dicionário da realidade.
 Quem executa com alegria as tarefas consideradas menores, espontaneamente se promove às tarefas consideradas maiores.
 A câmara fotográfica nos retrata por fora, mas o trabalho nos retrata por dentro.
 Quem escarnece da obra que lhe honorifica a existência, desprestigia a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim entesourar apoio e experiência, simpatia e cooperação.
Na formação e complementação de qualquer trabalho, é preciso compreender para sermos compreendidos.
Quando o trabalhador converte o trabalho em alegria, o trabalho se transforma na alegria do trabalhador."


Difícil imaginar que cada frase desse pequeno texta tenha tamanho valor em nossas vidas, de modo que esse trabalho do qual é falado não diz respeito apenas ao trabalho remunerado.
O significado de trabalho segundo Silveira Bueno "Tarefa, aplicação de atividade física ou intelectual, serviço, esforço, fadiga, ocupação." e somente por último lista o significado de "emprego".
Milimétricamente planejado o início do texto começa com o COMPROMISSO de trabalho... e com o dever de conseguirmos incorporar em nossos trabalhos o esforço de equipe na obra a realizar, ou seja, o trabalho individual não é tão maravilhoso quanto o em equipe.
O modo com o que o trabalho envolve nosso engrandecimento não está proporcional ao tamanho da tarefa e sim ao maior numero de pessoas que você consiga afetar.
O trabalho em equipe conta com a inspiração "do outro lado" de muito mais "gente" (entre aspas por motivos imateriais), com mais motivação, e se estamos em um meio social OBRIGATORIAMENTE, devemos ser seres sociais, nos completando mutuamente.
Uma relação mutualística simbiótica...
Importante ressaltar que devemos dar valor em ditos "pequenos" trabalhos, pois, esses quando bem realizados nos dão sustentação para os grandes visto que não pularemos degraus na escada da evolução.
e parafraseando André:
Quem fala mal ou critica de seu trabalho que é a sua ferramenta de evolução desprestigia a si mesmo.
E somente atravéz do trabalho edificante conseguiremos modificar as barbaridades que temos visto acontecer no mundo.
Somente atravéz do bom emprego remunerado angariaremos boa situação financeira, e somente atravéz do bom trabalho dedicado ao próximo conseguiremos boa situação espiritual.

Ps.: Texto foi na íntegra voltado para mim... entao a carapulsa serviu, amarrei.. e se alguem quiser ser solidário e amarrar outra e seguir comigo.. BORA? ;)

Post Retirado da Obra "Sinal Verde" - Do espirito André Luiz (O mesmo de Nosso Lar) psicografia de Francisco Cândido Xavier 

Bem Vindo amigo Leitor.

Identificando a possibilidade de redigir algo que esclareça algumas dúvidas dos mais novos interessados pela doutrina espírita conseguida pela fantástica obra cinematográfica baseada no livro “Nosso Lar”, obra psicográfica de André Luiz por Francisco Cândido Xavier ,  resolvi criar mais uma linha de postagens referente a conceitos trazidos a nós pelo livro/filme.
É uma forma de ajudar aos futuros estudiosos da doutrina, tentar esclarecer algumas dúvidas e principalmente a mim mesmo, que posso estar consolidando um pensamento crítico sobre momentos do filme.
Baseado em questões de alguns amigos decidi fazer esse primeiro post sobre o UMBRAL.

Aurélio define como “Limiar da Entrada”
André Luiz nos relata e o filme apresenta uma região obscura com semelhança ao purgatório, ou mesmo ao inferno pregado nas outras religiões.
O fato é que para entender sobre o que seria o umbral, devemos entender o que acontece no nosso meio social e no plano em que vivemos.
Vivemos e nos socializamos com aquilo que temos afinidade, grupos de pessoas que comungam de mesmas linhas de raciocínio, momento de lazer, afinidades pessoais, etc...
Laços que nos ligam a pessoas, mas restritos a matéria física que é grosseira e necessária pra nossa evolução. No lado espiritual tudo é mais sutil, facilmente manipulado pelo pensamento, em outras obras de André Luiz ele nos relata fenômenos nos quais espíritos plasmam ideias tornando as de um certo modo “material”, sendo assim o pensamento tem o poder de plasmar cenários mentais e no caso do umbral, obscuro, lamacento, com grande predominância de sofrimento e dor apenas “materializando” um estado de espírito.
No momento do desencarne, deixamos a parte grosseira na Terra e nos libertamos do corpo físico e de tudo aquilo que agente acredita ser importante e necessário.
O que acontece é nos afinizarmos com espíritos que estão no nosso mesmo nível de pensamento assim como aqui na Terra.
Acredita-se que o Umbral seja uma extensão dos pensamentos da Terra , extremamente deturpados, o próprio André Luiz explica que o Umbral se localiza em zona próxima da crosta da  Terra e que é simples extensão dela, simples fruto do nosso “inferno” interior.
O fato interessante é que liberados da parte física, o pensamento deixa de ser limitado a um corpo orgânico e se desdobra vendo e notando ambientes que estavam localizados ali mesmo porém seus olhos físicos não tinham a capacidade de enxergar e seus ouvidos são extremamente restritos a limitadíssimas freqüências... sendo assim o plano espiritual, ou onde se habitam os espíritos estão localizados entre nós mesmos apenas em outras freqüências infinitas e invisíveis a nossa restrição grosseira, e perdemos a restrição com a morte e com a depuração dessas freqüências conseguidas atravéz da evolução espiritual...
Pois bem... o assunto se torna muito amplo e dificilmente tratado em poucas linhas, mas chega-se a conclusão que se estamos com um inferno interior hoje, e se encarnados na Terra possuímos maus pensamentos, culpas exacerbadas, pensamentos perniciosos e falta de objetivo de vida estaríamos localizados então no UMBRAL material, a única diferença é que nossa mente não tem a capacidade de “plasmar” ambientes em sua essência física encarnada.
Livre do corpo, os nossos pensamentos tornam reais ambientes escuros e de dor, fruto de nossa ignorância dos aspectos divinos e morais que realmente interessavam, e no verdadeiro sentido da vida.

O tempo de permanência em regiões umbralinas está diretamente ligado a seu verdadeiro arrependimento e pré-disposição para a auto-reforma e para se conseguir aprender um pouco mais sobre a grandeza da vida e de Deus.


O espirito é mais ou menos isso... invisível aos olhos materiais mais com a ajudinha de uma ferramenta que é o conhecimento, conhecemos sua existência pela razão, pela lógica , pelas suas manifestações , esse grande espaço em branco representa todas as evidências de que tudo isso existe e que se não acreditamos é pelo simples fato do triste modo de pensar que somos simples fruto do acaso e que a vida se encerra com a morte! <---- SELECIONE COM O MOUSE!

Espero que tenha ajudado um pouco... e todos amigos que quiserem complementar, perguntar, ou criticar os comentários estão abertos para isso.. abraços...

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Julio Dario, 24 anos, de Araxá/MG,formado em Ciências Contábeis, bancário, apaixonado por música e por boas companhias, bons ambientes, boas vibrações se sentindo na obrigação de difundir a paz a união e o amor.

"Enquanto não somos um clarão que dissipa a escuridão podemos ser a centelha de luz que afasta as sombras..."

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